Publicado na Revista Fitness Business  

"Em tempos ruins, só coisas realmente boas é que vendem”. O ditado norte-americano serve de referência para tratar de inovação em tempos de crise como a que atravessamos. Claro! É nesse momento em que se repensam as despesas e que o supérfluo é suprimido.   É importante lembrar que, caso paire alguma dúvida sobre a qualidade de um determinado serviço ou sobre uma academia, fato facilmente tolerado em tempos de bonança, é na hora da dificuldade econômica que o cliente decide experimentar, mudar de fornecedor ou mesmo suspender o pacote.   Inovar em períodos de crise é fazer o desnecessário virar imprescindível, agregando valor aos serviços e estreitando a conexão com seu público. Dar-lhe mais por menos, procurando retê-lo até que passe a turbulência. Aparecerão promoções atraentes de todos os lados. É hora de fazer mais por seu aluno fiel e fazer que ele diga não às ofertas dos concorrentes.   É também fornecer um serviço que, cada vez mais, represente valor para o cliente, algo com o qual ele tenha ampla identificação e que, ao mesmo tempo, represente mínimos custos para a empresa. Em outras palavras, é preciso estar mais perto do que nunca dos alunos, priorizando o que realmente valorizam e cortando o resto. É necessário eliminar o que não for percebido como qualidade.   Como já vivemos muitas outras vezes no Brasil, as crises passam e, depois delas, no momento da recuperação, acontecem turbulentos movimentos de reorganização dos mercados, com novas realidades de participações e de volumes. Quem você acha que sai na frente nesse momento? Quem abocanha mais share?   Justamente as empresas que mantiveram seus esforços de inovação durante a crise. As academias mais inovadoras são as que antes começam a falar em recuperação. Inovação em uma academia pode ser de produtos e serviços, se pensarmos nos tipos de plano e nos tipos de aula oferecida. Pode ser de processos, se considerarmos como as aulas são dadas e como as coisas acontecem lá dentro. Mas pode ser também inovação na gestão, se pensarmos em redesenhar funções e estrutura, enxugando custos.   Por fim, pode ser de inovação no negócio, se considerarmos a busca por receitas extraordinárias – com publicidade de produtos para os alunos, por exemplo, ou uso diferente dos serviços e até mesmo do espaço. Enfim, é possível inovar. Em tempos de crise ou de abundância. Para isso, é imprescindível acreditar na inovação como uma poderosa arma para fazer negócios, capacitar as pessoas a inovarem e estruturar as práticas necessárias para que as ideias virem resultados.

 

Bom trabalho!  

 

 

VALTER PIERACCIANI   Engenheiro, especialista em Inovação e sócio-fundador da Pieracciani Desenvolvimento de Empresas

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